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Sequência didática A Bela e a fera atividades para imprimir!


Antes de iniciar a sequência de atividades é preciso que leiam o livro A bela e a fera e assistam ao filme ou desenho animado, façam um debate ou discussão sobre os fatos principais, personagens, etc.





























História A bela e a fera para imprimir





Interpretação do texto A bela e a fera





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Plano de Aula sobre o conto Branca de Neve para a alfabetização


Plano de aula

Tema: História infantil.




Objetivo - explorar as contribuições que as histórias infantis trazem para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional da criança, propiciando situações que leve o aluno a transformar as informações transmitidas na história em conhecimentos, por meio de atividades orais, escritas e lúdicas.

História a ser trabalhada: Branca de neve.

Clientela a ser atendida: Crianças na faixa etária de 6 anos de idade 

Disciplinas envolvidas: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e Educação Artística.

Desenvolvimento metodológico: Primeiramente o professor irá realizar a leitura compartilhada da história, sempre mostrando as ilustrações contidas no livro para que os alunos possam estar visualizando as gravuras. Após a leitura compartilhada, o professor irá propor uma roda de conversa para que os alunos exponham suas opiniões acerca das atitudes tomadas pelos personagens, o desenrolar da trama, o fato que mais chamou a atenção etc...

Após a roda de leitura, os alunos serão divididos em grupos e cada grupo irá ilustrar um personagem da história.

 Ao final da atividade, o professor apresentará aos alunos murais onde suas ilustrações deverão ser fixadas, estas terão por identificação palavras chave de cada personagem da história (ex: mural 1- bonita, mural 2 - malvada, mural 3-pequeninos....) assim sendo, cada grupo deverá ler as palavras dos murais, reporta-se a história e colar sua ilustração no mural correto, de modo que ao final, todos os personagens da história estejam representados nos murais.


Terminada esta atividade de leitura e interpretação, cada aluno receberá uma folha impressa contendo o seguinte desafio:


a) Represente as quantidades pintando os quadradinhos nas figuras abaixo:

Anões:














Armadilhas da bruxa

para pegar Branca de Neve :













Quantidade de maçãs que a Branca de Neve recebeu da bruxa












b) Complete com as letras que estão faltando e indique qual deles foi usado pela bruxa para enfeitiçar Branca de Neve, e que também é um objeto utilizado
em nossos hábitos de higiene:

A
Ç

P

N
T


R
V

R





Após o desafio, os alunos receberão uma folha impressa contendo o seguinte desenho, e também as letras móveis que devidamente organizadas, formarão seu respectivo nome, para que os alunos as recortem e colem , formando o nome da figura:

Recorte as letras abaixo e escreva o nome deste personagem da história:










Por fim o professor irá propor aos alunos a dramatização da história trabalhada, onde todos os alunos estarão participando, seja atuando na dramatização ou colaborando na confecção dos cenários, os quais serão feitos em cartolina (as árvores da floresta, o castelo do rei, a casa dos sete anões...) e pintados com tinta guache.

Avaliação: A avaliação será contínua, baseada na observação, na participação e no interesse dos alunos durante a realização das atividades propostas.



Faculdades Integradas do Vale do Ribeira
UNISEP - União das Instituições de Serviços, Ensino e Pesquisa LTDA.

Disciplina: Literatura na Educação Básica.
Profº Márcia Hakoyama

5º semestre de Pedagogia
Alunos: Rita Tatiana
Fabiana Trocate





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Máscara da Cinderela princesa para colorir e colorida

As máscaras são um importante recurso no Projeto Conto de Fadas. Elas vão dar vida às personagens, fazendo com que as crianças se divirtam muito durante todas as atividades. Podem ser utilizadas no teatrinho do conto de fada ou ainda como lembrancinha do Projeto.






Máscara da Branca de Neve para colorir e recortar






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História: Cinderela para o projeto contos de fadas


A história de Cinderela

Adaptado do conto dos Irmãos Grimm

Era uma vez um homem cuja primeira esposa
tinha morrido, e que tinha casado novamente com uma mulher muito
arrogante. Ela tinha duas filhas que se pareciam em tudo com ela.
O homem tinha uma filha de seu primeiro casamento. Era uma moça
meiga e bondosa, muito parecida com a mãe.
A nova esposa mandava a jovem fazer os serviços mais sujos da
casa e dormir no sótão, enquanto as “irmãs” dormiam em
quartos com chão encerado.
Quando o serviço da casa estava terminado, a pobre moça
sentava-se junto à lareira, e sua roupa ficava suja de cinzas. Por
esse motivo, as malvadas irmãs zombavam dela. Embora Cinderela
tivesse que vestir roupas velhas, era ainda cem vezes mais bonita
que as irmãs, com seus vestidos esplêndidos.
O rei mandou organizar um baile para que seu filho escolhesse uma
jovem para se casar, e mandou convites para todas as pessoas
importantes do reino. As duas irmãs ficaram contentes e só
pensavam na festa. Cinderela ajudava. Ela até lhes deu os melhores
conselhos que podia e se ofereceu para arrumá-las para o evento.
As irmãs zombavam de Cinderela, e diziam que ela nunca poderia ir
ao baile.
Finalmente o grande dia chegou. A pobre Cinderela viu a madrasta
e as irmãs saírem numa carruagem em direção ao palácio, em seguida
sentou-se perto da lareira e começou a chorar.
Apareceu diante dela uma fada, que disse ser sua fada madrinha, e
ao ver Cinderela chorando, perguntou: “Você gostaria de ir
ao baile, não é?”
“Sim”, suspirou Cinderela.
“Bem, eu posso fazer com que você vá ao baile”, disse
a fada madrinha.
Ela deu umas instruções esquisitas à moça: “Vá ao jardim e
traga-me uma abóbora.” Cinderela trouxe e a fada madrinha
esvaziou a abóbora até ficar só a casca. 
Tocou-a com a varinha
mágica e a abóbora se transformou numa linda carruagem dourada!
Em seguida a fada madrinha transformou seis camundongos em cavalos lindos, tocando-os com sua varinha mágica. Escolheu também
uma rato que tivesse o bigode mais fino para ser o cocheiro mais bonito do mundo. Então ela disse a Cinderela, “Olhe atrás do regador. Você encontrará seis lagartos ali. Traga-os aqui.”
Cinderela nem bem acabou de trazê-los e a fada madrinha
transformou-os em lacaios. Eles subiram atrás da carruagem, com
seus uniformes de gala, e ficaram ali como se nunca tivessem feito
outra coisa na vida.
Quanto a Cinderela, bastou um toque da varinha mágica para
transformar os farrapos que usava num vestido de ouro e prata,
bordado com pedras preciosas. Finalmente, a fada madrinha lhe deu
um par de sapatinhos de cristal.
Toda arrumada, Cinderela entrou na carruagem. A fada madrinha
avisou que deveria estar de volta à meia-noite, pois o encanto
terminaria ao bater do último toque da meia-noite.
O filho do rei pensou que Cinderela fosse uma princesa
desconhecida e apressou-se a ir dar-lhe as boas vindas. Ajudou-a a
descer da carruagem e levou-a ao salão de baile. Todos pararam e
ficaram admirando aquela moça que acabara de chegar.
O príncipe estava encantado, e dançou todas as músicas com
Cinderela. Ela estava tão absorvida com ele, que se esqueceu
completamente do aviso da fada madrinha. Então, o relógio do
palácio começou a bater doze horas. A moça se lembrou do aviso da
fada e, num salto, pôs-se de pé e correu para o jardim.
O príncipe foi atrás mas não conseguiu alcançá-la. No entanto, na
pressa ela deixou cair um dos seus elegantes sapatinhos de
cristal.
Cinderela chegou em casa exausta, sem carruagem ou os lacaios e
vestindo sua roupa velha e rasgada. Nada tinha restado do seu
esplendor, a não ser o outro sapatinho de Cristal.
Mais tarde, quando as irmãs chegaram em casa, Cinderela
perguntou-lhes se tinham se divertido. As irmãs, que não tinham
percebido que a princesa desconhecida era Cinderela, contaram tudo
sobre a festa, e como o príncipe pegara o sapatinho que tinha
caído e passou o resto da noite olhando fixamente para ele,
definitivamente apaixonado pela linda desconhecida.
As irmãs tinham contado a verdade, pois alguns dias depois o
filho do rei anunciou publicamente que se casaria com a moça em
cujo pé o sapatinho servisse perfeitamente.
Embora todas as princesas, duquesas e todo resto das damas da
corte tivessem experimentado o sapatinho, ele não serviu em
nenhuma delas.
Um mensageiro chegou à casa de Cinderela trazendo o sapatinho.
Ele deveria calçá-lo em todas as moças da casa. As duas tentaram
de todas as formas calçá-lo, em vão. 
Então, Cinderela sorriu e disse, “Eu gostaria de
experimentar o sapatinho para ver se me serve!”
As irmãs riram e caçoaram dela, mas o mensageiro tinha recebido
ordens para deixar todas as moças do reino experimentarem o
sapatinho. Então, fez Cinderela sentar-se e, para surpresa de
todos, o sapatinho serviu-lhe perfeitamente!
As duas irmãs ficaram espantadas, mas ainda mais espantadas
quando Cinderela tirou o outro sapatinho de cristal do bolso e
calçou no outro pé.
Nesse momento, surgiu a fada madrinha, que tocou a roupa de
Cinderela com a varinha mágica. Imediatamente os farrapos se
transformaram num vestido ainda mais bonito do que aquele que
havia usado antes. 
A madrasta e suas filhas reconheceram a linda
“princesa” do baile, e caíram de joelhos implorando
seu perdão, por todo sofrimento que lhe tinham causado.
Cinderela abraçou-as e disse-lhes que perdoava de todo o coração.
Em seguida, no seu vestido esplêndido, ela foi levada à presença
do príncipe, que aguardava ansioso sua amada.
Alguns dias mais tarde, casaram-se e viveram felizes para
sempre.



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