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Sugestão de Planejamento de rotina para o Primeiro dia na Educação Infantil



  1. Acolhida dos alunos;
  2. Música ambiente tocando enquanto os pais vão chegando e deixando as crianças, para inclusive acalmar alguns que possam estar ansiosos ou preocupados com as novidades;
  3. Sentados em círculo, pode ser nas cadeiras ou num tapete no chão, com diversas almofadas ( o mais aconchegante possível), próximo a livros, brinquedos etc, iniciar o diálogo de boas vindas e apresentações, onde cada um poderá dizer seu nome, falar de gostos pessoais e mesmo de sua família. É importante permitir a liberdade, neste momento, porém direcionando para que todos tenham a oportunidade de falar;
  4. Música de boas vindas! Existem diversas músicas que podem ser cantadas pela turma neste momento, fica a critério do professor escolher a que melhor lhe convier. "Bom dia amiguinho, como vai? A sua companhia me atrai, faremos o possível para sermos bons amigos, bom dia amiguinho, como vai?" Esta música "As mãos" Patati Patatá é muito bonita. 
  5. Entrega do crachá com a explicação de que aquele é o seu nome. Este pode ou não ser ainda o momento de falar da história do nome de cada um. Se a turma já é familiarizada com o nome, pode-se pular esta etapa, se o professor preferir, pode iniciar desde já dando abertura para que cada um conte como foi escolhido o seu nome, se gosta dele etc.
  6. Roda de história ou Contação de história - Aqui o livro ficará a critério de cada professor, dentro do tema que desejar abordar, no primeiro dia de aula, seja convivência, amor ao próximo, família etc. 
  7. Sugestões de leitura: O sapo bocarrão, de  Keith Faulkner, O porco narigudo, também de Keith Faulkner, Por favor, obrigado, desculpe, de Becky Bloom e Pascal Biet.
  8. Conversa sobre o tema abordado. O que cada um gostou, o que não gostou dentro da história, personagem preferido etc.
  9. Atividade: modelagem ou desenho livre para recontar a história, a seu gosto. Em seguida, é importante expor cada trabalho.
  10. Higiene e Lanche -  Sugestões: Comer comer com Patati, Patatá - ou ainda Hora da refeição Patati Patatá

Cai a água na biquinha
Faz espuma com sabão
Pra comer a merendinha
Vou lavar as minhas mãos.
Letra: Carminha Soares
Música: ciranda cirandinha
  1. Repouso com música
  2. Parquinho ou atividades ao ar livre como Recreação
  3. Organização do ambiente, dos materiais utilizados.
  4. Se você tiver programado alguma lembrancinha, este é o momento ideal de entregá-la.
  5. Música de despedida... 
  6. Saída.



É claro que cada professor deverá adaptar este plano de atividades a sua realidade e a realidade de seus alunos, aos horários de sua escola, excluindo ou incluindo nele o que for necessário. É importante lembrar também que nem sempre a rotina segue conforme foi planejado, imprevistos acontecem: algumas crianças podem precisar de maior atenção, podem chorar no primeiro dia e encontrar dificuldades para deixar os pais na entrada, dentre outras coisas que podem vir a acontecer, como a entrega de materiais, que sempre pode "bagunçar" um pouco essa rotina e pode ser agendada para uma reunião com os responsáveis. O professor, nesta primeira semana,  não deve estar sozinhoe sim precisa contar com o auxílio de coordenadores, ajudantes, etc.


Nos dias subsequentes devem ser orientadas visitas aos diferentes departamentos da Escola, principalmente para os alunos novos, para que conheçam o novo ambiente no qual estão inseridos e não tenham maiores dificuldades de adaptação.

Também podem ser inseridos nos demais dias da primeira semana: jogos,  pintura a dedo, brinquedos, ginástica musicada (fazer gestos com eles enquanto a música toca), desenho musicado (desenhar com música), Pintura livre com tinta, rasgar revistas ou jornais, modelagem, colagens, amassar papel, brincar de trenzinho ao som de música, andar sobre barbante, engatinhar sobre colchonetes, rolar, carimbar mãozinhas com tinta etc. Seu mestre mandou Patati Patatá é uma boa sugestão para brincar!



Como elaborar um bom plano de aula?

Como elaborar um bom  plano de aula


ELEMENTOS DO PLANO DE AULA
Beatriz Gomes Nadal


O que é uma aula?

Podemos dizer que a aula é um momento estruturado de trabalho no qual se processa o processo de ensino. Isso significa que a idéia de aula pressupõe sujeitos – professor e alunos; um objeto de trabalho e,por isso, elemento de ligação entre eles – o conteúdo; situações didáticas capazes de permitir a ação conjunta e colaborativa entre os sujeitos e seu objeto de trabalho. Porém, a idéia de aula traz um componente diferenciado: a percepção de que o trabalho de professores e alunos sobre o conhecimento, através de situações didáticas, exige uma estruturação através de momentos e etapas no espaço escolar.

CABEÇALHO
Identificação da instituição, curso, disciplina, professor, série/turma, data e assunto da aula.


ESQUEMA DO CONTEÚDO

Refere-se aos tópicos significativos, mais importantes, que serão objeto de estudo durante a aula. 
Sua redação pode ser objetiva, em itens e subitens ou mesmo através de um pequeno esquema que possibilite compreensão.
O esquema do conteúdo não deve ser confundido com o “conteúdo em si”, ou seja, é inviável, no plano, transcrever todo o conhecimento que será trabalhado por professor e alunos, o que tornaria o plano extenso e levaria à perda de sua objetividade. Todavia, a temática da aula, pode estar registrada em fichas que se constituirão em anexos do plano de aula.

OBJETIVOS

- devem ser atingidos pelo aluno no espaço desta aula
- indicam a capacidade que queremos ver desenvolvida no aluno em relação ao conteúdo, assim, é importante 
estar atento para qual o nível de operação mental que estará em questão
- serão determinantes da escolha das estratégias, dos recursos, da distribuição do tempo e, quando for o caso, 
da avaliação
- não são atividades

MOBILIZAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM

- não é a apresentação do conteúdo, mas sim o momento em que buscamos despertar a motivação do aluno para tal aprendizagem 
- um aluno se sente motivado, essencialmente, quando: é desafiado/desequilibrado, percebe que o conteúdo é significativo porque corresponde às suas necessidades/vivências, porque pode resolver problemas com eles ou compreender o mundo à sua volta
- indicar também a organização da classe (fila, círculo, grupos, etc)
- utiliza cerca de 10% do tempo destinado à aula

METODOLOGIA
- é o momento no qual o conteúdo novo será trabalhado junto com aluno (desenvolvimento)
- decorre naturalmente do momento da introdução, não há um “corte” no desenvolvimento da aula
- a escolha das estratégias deve ser decorrente/estar coerente com o que visam os objetivos (essas estratégias 
permitem ao aluno atingir aqueles objetivos?)
- as estratégias escolhidas devem: permitir ao aluno ser sujeito de sua aprendizagem, reconstruindo saberes, 
agindo sobre o conhecimento; permitir ao professor ser mediador, não um transmissor que se constitui como 
única fonte do conhecimento a ser aprendido
- há estreita relação entre as estratégias escolhidas e a participação/envolvimento do aluno na aula, motivo 
pelo qual não podemos desconsiderar as características dos alunos que estão, hoje, nas escolas
- é fundamental ao professor ser criativo permitindo a seu aluno, ao aprender, exercer ele também os 
processos de criatividade, questionamento, compreensão, construção do conhecimento
- há que haver explicitação das ações docentes e discentes, ou seja, o que exatamente estarão fazendo 
professores e alunos
- ensino como mediação e aprendizagem efetiva exige sistematização do conteúdo
- é importante, para a consolidação da aprendizagem, a proposição de processos de fixação
- indicar também a organização da classe (fila, círculo, grupos, etc)


SÍNTESE INTEGRADORA

São as práticas pedagógicas organizadas para permitir ao aluno integrar as diferentes aprendizagens que se fizeram de modo parcelado durante os momentos anteriores da aula. A síntese integradora proporciona ao aluno uma visão de conjunto, uma visão do todo deixando claras as relações entre os diferentes aspectos, tópicos, sub-temas abordados durante a aula, buscando articulação e concatenação pois, ao situar os conhecimentos “parciais” em seu todo, é possível perceber as inter-relações básicas.
É verdade que, ao iniciar a aula, os alunos, normalmente, já possuem uma visão geral do assunto. Contudo, naquele momento, essa visão geral é desorganizada, sincrética. A partir do estudo detalhado do conhecimento é possível aos alunos retomar tal visão geral, contudo, agora, numa “superior integração na qual os fatos aprendidos se organizem dinamicamente em estruturas compreensivas e racionais, para orientá-los na ação e na problemática da vida real e do trabalho”. (MATOS, 1971, p. 350)


A síntese integradora pode ser realizada pelo professor, mas o importante é que ela se processe “na cabeça do aluno”. Sendo assim, pode-se utilizar diferentes técnicas como:
- condução à visão geral, articulada, através da proposição de problemas e perguntas orais, feitas aos alunos - construção de uma visão geral, articulada, através de comentários dos alunos desenvolvidos a partir de gravura, pequeno texto ou esquema relativo à temática da aula
- construção de uma visão geral, articulada, através da elaboração cooperativa de um quadro sinótico compreensivo
- construção de uma visão geral, articulada, através da produção escrita, pelos alunos, de suas inferências 
conclusivas relativas aos conhecimentos trabalhados durante a aula
- apresentação da visão geral, articulada, pelo professor, apoiando-se de esquema relativo ao conteúdo 
trabalhado

REFERÊNCIAS
Relação de fontes utilizadas para o planejamento da aula.



1º Passo: Definir o tema.
O ponto de partida é o tema da aula. A escolha do tema de aula terá de ser de
acordo com o conteúdo dos planos de unidade didáctica das turmas.


2º Passo: Definir os objetivos.
Definir as competências a serem desenvolvidas pelos alunos como, por exemplo, a
compreensão e expressão orais, a leitura, a expressão escrita, o conhecimento explícito,
as competências gerais e transversais.

3º Passo: Pesquisar textos e material.
A ideia para uma aula, sobretudo de língua estrangeira, poderá surgir através de
uma música ouvida no rádio, de uma frase ouvida num spot publicitário, da cena de um
filme ou de uma revista folheada ao acaso. Recomenda-se que o professor, na
medida do possível, construa o seu próprio material de pesquisa, com recortes de jornais
e revistas, livros, vídeos e outros.


4º Passo: Criar uma estratégia que conduza ao objetivo definido.
A definição da estratégia está relacionada com a idade e com o desenvolvimento
psicossocial dos alunos. Há que se ter em conta a maneira como os alunos poderão
interpretar o tema, o modo como o tema os poderá afetar e o tipo de actividade que
lhes poderá interessar.

- Motivação
Toda as actividades precisam de uma motivação. Motivar é criar interesse pelo
tema e vontade de saber mais sobre ele. É necessário que haja motivação desde o início
até ao fim da aula. Quando nos apercebemos que o ritmo da aula já se alterou e que o
interesse dos  alunos pela mesma desvaneceu-se, urge encontrar nova
motivação que os incentive a ter novo interesse pela aula e gosto pela matéria
leccionada.
A motivação pode estar ligada à percepção da utilidade do assunto, à
possibilidade de aplicação prática na vida, ao reconhecimento dos resultados e ao
interesse real e envolvimento emocional do professor estagiário. O reforço positivo de
comportamentos dos alunos é, também, altamente motivador.


- Desenvolvimento
Através de uma dinâmica de grupo, entre outras hipóteses, estabelecer um diálogo e
discutir sobre as questões relacionadas com o texto.


- Atividades Finais
Propor, entre outras hipóteses, uma atividade recreativa, de preferência
interativa, como a criação de frases, textos, exercícios de compreensão onde os alunos
possam, de alguma forma, aplicar os seus conhecimentos, recapitular os conteúdos
trabalhados e, finalmente, sintetizar o que foi concluído em relação à matéria.

5º Passo: Avaliar resultados
É fundamental que o professor, após uma aula, avalie o seu próprio
desempenho, tendo em conta os seguintes aspectos: Criatividade, intuição, motivação,
interesse, clarividência, confiança, segurança ou, por outro lado, confusão, insegurança,
desmotivação, desinteresse, rigidez etc.

No âmbito desta auto–avaliação, o professor  deve ainda perguntar-se se soube
explorar pontos interessantes e relevantes para a discussão levada a cabo em aula; Se a
aula perdeu ritmo e se tornou monótona por alguma razão e o que deveria ter feito para
que tal não acontecesse; Se houve momentos em que se afastou demasiado do seu
objetivo e se, em função disso, a aula foi prejudicada.
O professor  deve planejar as suas aulas tendo em conta esta avaliação.



Fontes:
Professora Maiza Margraf
Professora de Didática na Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná. Pedagoga e Mestre em Educação (UEPG). Doutoranda em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. 

Planejamento Anual ou Plano de Curso para a Educação Infantil




Plano Anual EDUCAÇÃO INFANTIL

Escola:



Professoras:

Introdução

Ter quatro, cinco ou seis anos significa ver e experimentar muitas coisas pela primeira vez: a escrita do próprio nome, descobrir as minhocas debaixo dos vasos, conseguir fazer um "morcego" nas aulas de educação física, dosar a força para quebrar o ovo da receita, construir rios e represas no tanque de areia, surpreender-se com o resultado da mistura de tintas, perseguir os sapos escondidos no bosque, perceber o significado de equipe ao somar os pontos de um jogo, ler a primeira palavra, perder o primeiro dente... e no final do dia, levar uma lembrança de cada atividade impressa no uniforme.
Num ambiente acolhedor e seguro a criança vivencia outras formas de relacionamento. Seu mundo expande-se: ela assume outros papéis e encontra novos desafios na convivência entre iguais.
Descobre plantas e animais. Experimenta sensações, cores, formas. Em seu universo cultural são acrescentados sabores, melodias, personagens e significados.

Justificativa

Tendo em vista os diagnósticos realizados, no início do ano, o Plano de Ensino se faz necessário, de forma que cada professor pensará em sua classe, na realidade de seus alunos, levando assim, a criança a tornar-se gradativamente independente e capaz de dirigir suas próprias necessidades básicas, além de colaborar com os semelhantes, auxiliando-os e aprendendo juntos.

Objetivo Geral

Proporcionar condições para a criança desenvolver seu auto conceito, independência, pensamento crítico, responsabilidade, espírito cooperativo e amizade.
Oferecer oportunidade para a criança se desenvolver nos aspectos cognitivos, motor, afetivo, social e na linguagem oral e escrita.



1. Formação Pessoal e Social

Com base nos dados levantados na avaliação diagnóstica, no início do ano letivo, priorizaremos os seguintes objetivos: que as crianças desenvolvam uma imagem positiva de si mesma, ampliem sua auto confiança e auto-estima, reconheçam suas limitações e possibilidades procurando superá-las, que sejam capazes de valorizar e realizar ações de cooperação e solidariedade, enfrentar conflitos respeitando e compartilhando suas vivências com outras crianças e adultos.

1.1 Conteúdos

Conceitos, Fatos e Princípios

Adaptação
Identidade e Autonomia
Identificação
Interação
Nome
Socialização
Cuidados Pessoais
Imagem
Respeito e diversidade

Procedimentos

Participar de brincadeiras de escolha;
Compartilhar a história individual da vida de cada um e de seu nome;
Ouvir o outro;
Adquirir habilidades sociais;
Realizar atividades com independência;
Participar de brincadeiras que possibilitem ações valores e regras.
Reconhecer o corpo e suas características;
Identificar e enfrentar situações de conflitos, utilizando recursos pessoais e respeitando os outros;
Vivenciar situações de higiene e boa alimentação.
Participar e interessar-se por situações que envolve a relação com o outro;
Respeitar as regras simples do convívio social;
Participar de brincadeiras diversas;
Realizar ações de cuidados pessoais com e sem auxílio.

Atitudes, Normas e Valores

Familiarização com professores, colegas e escola;
Reconhecimento e valorização dos espaços da escola;
Valorização de ações de cooperação e solidariedade compartilhando convivências;
Respeito consigo mesmo e com o outro;
Auto-estima;
Organização do tempo;
Imagem positiva de si;
Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos;
Valorização da limpeza e aparência pessoal;
Valorização dos cuidados com os materiais de uso individual e coletivo;
Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras elementares de convívio social;
Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos;
Realizar ações de forma independente.

Atividades

Roda da conversa;
Passeio pela escola;
Brincadeira de faz-de-conta, individual e/ou grupo, envolvendo o cotidiano;
Pesquisas;
Rotina;
Cantigas de roda;
Histórias;
Calendário;
Confecção de crachás;
Jogos com o nome;
Uso do espelho;
Jogos e brincadeiras com regras;
Passeio pela escola;
Guardar materiais;
Organizar a sala.

1.2. Ações de Enriquecimento Curricular

Fazer roda da conversa e de combinados;
Elaborar crachás e jogos com o nome dos alunos para reconhecimento e identificação do nome;
Propor a pesquisa da história do nome para ser consciente de sua história;
Proporcionar situações que a criança interaja com as outras respeitando e percebendo seus limites;
Propor atividades em que as crianças relatem e entrem em contato com outras vivências;
Elaborar etiquetas para identificar materiais individuais;
Utilização do espelho para reconhecimento do próprio corpo;
Propor situações em que as crianças compartilhem com os outros suas dúvidas, necessidades e descobertas;
Orientar as crianças quanto a higiene pessoal;
Executar o sistema self-service nas refeições;
Proporcionar e estimular a capacidade da criança aprender;
Oferecer situações variadas e adequadas para se trabalhar os diferentes conceitos de formação pessoal e social;
Incentivar a livre iniciativa das crianças;
Proporcionar jogos e brincadeiras para o desenvolvimento pessoal das crianças;
Incentivar a participação das crianças nas diversas atividades de rotina;
Sugerir atividades ao grupo, sem deixar de respeitar a maneira de ser de cada criança;
Proporcionar e estimular a capacidade da criança aprender;
Valorizar mais o fazer da criança do que os resultados das atividades propostas.

1.3. Procedimentos de Avaliação

A avaliação será contínua durante o processo de aprendizagem e dar-se-á através de registro e observação do grupo.
_______________________________________________________________

2. Movimento

Com base nos dados levantados na avaliação diagnóstica, no início do ano letivo, priorizaremos os seguintes objetivos: que as crianças adquiram expressão própria pelo movimento, que sejam capazes de se organizar no espaço, que ampliem suas possibilidades expressivas utilizando gestos diversos e ritmo corporal, que controlem gradualmente o próprio movimento aperfeiçoando e ajustando suas habilidades motoras em diferentes situações, que experimentem diferentes qualidades e dinâmicas do movimento (força, velocidade, resistência e flexibilidade).

2.1. Conteúdos

Conceitos, Fatos e Princípios

Expressividade
Desenvolvimento pessoal
Atividades rítmicas
Equilíbrio e coordenação
Jogos
Brincadeiras

Procedimentos

Dominar o próprio corpo;
Expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação;
Apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo conhecendo e identificando seus elementos;
Desenvolver cada vez mais uma atitude de interesse e cuidado com o próprio corpo;
Improvisar e criar seqüências de movimentos;
Comunicar-se através de gestos e movimentos;
Perceber a mudança do ritmo, a resistência do próprio corpo durante a movimentação;
Expressar sensações e ritmos corporais por meio de gestos, posturas e linguagem oral;
Utilizar a motricidade através do lúdico para relacionar-se com o ambiente que está inserido e com as pessoas que o compõem;
Participar em brincadeiras e jogos que envolvam correr, subir, descer, escorregar, dançar, etc;
Conhecer as regras do jogo e brincadeiras, saber inventar outras regras de acordo com o grupo;
Conhecer e controlar o próprio corpo;
Participar de atividades lúdicas e competitivas que envolvam equilíbrio, ritmo e coordenação;
Organizar jogos onde o uso de suas fantasias e interesses pessoais prevaleçam;
Discutir jogos coletivos com regras;
Participar de brincadeiras pertencentes a manifestações populares, folclóricas ou de outro tipo presente no cotidiano.

Atitudes, Normas e Valores

Desenvolvimento corporal harmônico;
Reconhecimento da capacidade e da possibilidade individual;
Apropriação da cultura corporal;
Percepção do próprio desenvolvimento físico;
Reconhecimento do corpo no seu todo nas suas partes e respectivos movimentos
Liberdade para expressar-se;
Valorização e apreciação das manifestações expressivas;
Interação e respeito com o grupo;
Utilização do próprio corpo como meio de comunicação e expressão;
Criatividade;
Percepção e identificação de diferentes ritmos;
Combinação de movimentos;
Coordenação Psicomotora
Integração com o mundo;
Expressão livre respeitando o espaço e o grupo;
Valorização e respeito às diferenças individuais;
Participação autônoma em atividades de lazer;
Valorização das conquistas pessoais;
Respeito às regras dos jogos, não discriminando os colegas;
Valorização e desenvolvimento da sinceridade, colaboração, confiança e o respeito dentro do grupo;
Valorização das atividades corporais, adotando atitude cooperativa e solidária sem discriminar os colegas pelo desempenho ou por razões físicas, sexuais, sociais e culturais.

Atividades

Utilização dos brinquedos do parque;
Escolha livre de brinquedo;
Imitação;
Brincadeiras com bola;
Estátua;
Cordas;
Expressão corporal através do som de música;
Brincadeiras de perseguir, procurar e pegar;
Circuito;
Brincadeiras cantadas;
Brincadeiras de roda;
Mímica;
Fórmulas de escolhas;
Jogos de Faz-de-conta;
Jogos de representações;
Jogos de adivinhas;
Danças;
Jogos de agilidade, destreza e força;
Recreação;
Jogos com brinquedos construídos;
Jogos com adivinhas;
Jogos de atirar;
Atividades rítmicas;
Jogos de correr e pular;
Dança;
Teatro.

2.2. Ações de Enriquecimento Curricular

Proporcionar momentos onde as crianças possam desenvolver os movimentos como: dançar, correr, pular, saltar, brincar, etc.
Sugerir aos alunos situações para valorizarem seus próprios gestos e mímicas.
Propor diversos movimentos corporais expressos em brincadeiras, jogos, atividades esportivas e outras práticas sociais.
Organizar gincanas, circuitos desafiadores, para que haja interação entre os próprios colegas da sala, e as outras crianças de outras salas.
Propor atividades de imaginação e criatividade para as crianças expressarem suas emoções.
Fazer o uso de diferentes jogos de regras para o desenvolvimento das capacidades corporais de equilíbrio e coordenação.
Pesquisar diferentes danças tradicionais brasileiras para selecionar aquela que mais interessa às crianças;
Utilizar atividades lúdicas, especialmente as que valorizem a motricidade infantil;
Propor atividades que favorecem a socialização, o equilíbrio, a coordenação, desafios e construção da auto-estima e autoconfiança.
Desenvolver atividades em que os jogos e as brincadeiras tenham regras simples e complexas;
Trabalhar com jogos e atividades de ocupação de espaço para que as crianças ampliem as possibilidades de se posicionar melhor e de compreender os próprios deslocamentos e movimentos.

2.3. Procedimentos de Avaliação

A avaliação será contínua durante o processo de aprendizagem e dar-se-á através de registro e observação do grupo.


3. Música

Com base nos dados levantados na avaliação diagnóstica, no início do ano letivo, priorizaremos os seguintes objetivos: que as crianças adquiram expressão própria no canto, desenvolvam a habilidade de ouvir, perceber e discriminar som, ritmo, espaço, tempo e harmonia, desenvolvam o senso rítmico e a acuidade auditiva, percebam e expressem sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de improvisações, composições e interpretações musicais.

3.1. Conteúdos

Conceitos, Fatos e Princípios

Apreciação musical
Fazer musical

Procedimentos

Ouvir obras de diferentes gêneros musicais, épocas, estilos e culturas;
Participar de jogos e brincadeiras que envolvam danças;
Criar músicas e rimas em jogos cantados;
Escutar atentamente;
Descobrir possibilidades sonoras com todo material acessível;
Expressar-se através da música;
Desenvolver memória musical;
Descobrir vários ritmos musicais existentes nas regiões de todo país (samba, pagode, forró, MPB, etc.);
Participar de jogos e brincadeiras que envolvam danças;
Expressar-se através da música e conhecer diferentes sons;
Apreciar som e silêncio.

Atitudes, Normas e Valores

Interesse por vários estilos musicais;
Gosto e atenção em ouvir música;
Escuta atenta;
Criatividade musical;
Expressão própria no canto;
Discriminação de som, ritmo, espaço, tempo, harmonia;
Acuidade auditiva;
Exploração do som e suas qualidades (altura, duração);
Interação e participação no grupo;
Gosto e atenção em ouvir, cantar e criar músicas;
Exploração do som e suas qualidades;
Escuta atenta.

Atividades

Cantigas de roda;
Ouvir Clássicos;
Ouvir e dançar com MPB;
Brincar com cantigas folclóricas;
Apreciar o estilo Sertanejo;
Fazer pseudoleitura das letras de música;
Brincar com rimas e cantigas inventadas;
Acompanhamento de canções;
Dramatizações espontâneas;
Danças livres ao som de música;
Canções de folclore;
Brinquedos de roda;
Brinquedos cantados;
Coral;
Criar rimas;
Imitar sons;
Ouvir músicas Gospel
Compor pequenas canções;
Interpretar de canções.

3.2. Ações de Enriquecimento Curricular

Propor roda de música onde a criança tem oportunidade de ensinar música já conhecida ao seu grupo;
Trabalhar músicas de diferentes gêneros;
Criar momentos em que se faça necessário uso de brincadeiras de roda, jogos de diversas épocas;
Oferecer-lhe música que desperte o interesse em ouvir, interagir e movimentar-se com ela ao mesmo tempo.
Trabalhar com danças folclóricas e tradições culturais dos vários povos que fizeram e fazem nossa cultura;
Montar e ensaiar um coral na escola.
Criar projetos de trabalho integrando diversas atividades: aulas de grupo, coral, rodas cantadas, escuta de diversas músicas;
Apresentar repertório musical que abrange música erudita, popular e folclórica de diferentes épocas e culturas.


3.3. Procedimentos de Avaliação

A avaliação será contínua durante o processo de aprendizagem e dar-se-á através de registro e observação do grupo.


4. Artes Visuais

Com base nos dados levantados na avaliação diagnóstica, no início do ano letivo, priorizaremos os seguintes objetivos: que as crianças estabeleçam relações entre o meio ambiente e as expressões artísticas no que se refere as cores, formas e sensações; que se interessem pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras artísticas; que produzam trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação; que adquiram o domínio de técnicas, instrumentos e procedimentos expressivos; que desenvolvam a habilidade de discriminar cor, forma, dimensão, espaço e harmonia.

4.1. Conteúdos

Conceitos, Fatos e Princípios

O fazer artístico
Apreciação
Reflexão
Apreciação

Procedimentos

Observar e reproduzir fotos e paisagens;
Criar desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir do seu repertório;
Conhecer e utilizar vários materiais (pincéis, lápis, giz de cera, papéis, tintas, álcool, etc.);
Explorar espaços variados;
Expressar-se livremente;
Desenhar espontaneamente;
Expressar vivências;
Criar desenhos e expressões;
Utilizar os elementos da linguagem das artes visuais ( ponto, linha, forma, cor, volume, espaço, textura, etc.);
Dominar técnicas, instrumentos e procedimentos expressivos nas artes;
Reconhecer e expressar-se usando formas geométricas;
Adquirir hábitos de observação, limpeza e ordem;
Interessar-se pelas próprias produções;
Criar desenhos, pinturas, colagens e modelagens a partir de representações artísticas novas;
Representar através de quadros dramáticos ou lúdicos as histórias infantis;
Conhecer diferentes produções artísticas;
Apreciar suas produções e a dos colegas;
Organizar e cuidar do espaço físico da sala;
Criar desenhos, pinturas, colagens e modelagens a partir de seu próprio repertório e da utilização dos elementos da linguagem das artes visuais ( ponto, linha, forma, espaço, textura, etc.);
Explorar e aprofundar as possibilidades oferecidas pelos materiais necessários para o fazer artístico;
Reconhecer a importância das artes visuais na sociedade e na vida;
Valorizar e apreciar a produção de arte em geral.

Atitudes, Normas e Valores

Forma pessoal de expressão;
Criatividade;
Observação e atenção;
Concentração no trabalho;
Valorização da própria produção e da produção dos outros;
Organização e cuidado com materiais;
Cooperação e iniciativa;
Valorização da produção de arte em geral;
Respeito pelas diferenças individuais e habilidades de cada um;
Respeito pelo próprio trabalho e pelos dos outros;
Interesse por apreciar obras de arte presentes na sociedade;
Conhecimento da diversidade de produções;
Apreciação das artes visuais e estabelecimento de correlação com as experiências pessoais;
Respeito e cuidado com os objetos produzidos individualmente e em grupo;
Observação dos elementos constituintes da linguagem visual;
Apreciação e leitura de obras de arte a partir da observação, da narração, discriminação e interpretação de imagens e objetos.

Atividades

Desenhar;
Pintar;
Construir com sucata;
Modelar;
Manipulação de diferentes instrumentos de pintura e desenho;
Recortes e colagem;
Desenho de interferência;
Jogos de construção;
Manipulação de diferentes instrumentos de pintura, desenho e modelagem;
Impressão;
Reprodução de desenho;
Desenho de observação;
Desenho de interferência;
Desenhar a partir de uma interferência colocada pre-viamente no papel que pode ser um desenho ou uma colagem de uma parte do corpo humano;
Desenho e pintura com várias técnicas e diferentes suportes;
Apreciação de obras de arte diversas.

4.2. Ações de Enriquecimento Curricular

Oferecer oportunidade para que a criança possa se familiarizar com os materiais e objetos utilizados;
Proporcionar contato, uso e exploração de diferentes materiais;
Criar possibilidades para que as crianças desenvolvam relações entre as apresentações visuais e suas vivências pessoais ou grupais enriquecendo seu conhecimento do mundo;
Intervir na reprodução de desenho, onde o aluno possa avaliar sua forma de expressão;
Trabalhar com as expressões artísticas dentro do conteúdo das demais disciplinas utilizando diferentes materiais e técnicas (desenhos, pinturas, modelagens, maquetes).

4.3. Procedimentos de Avaliação

A avaliação será contínua durante o processo de aprendizagem e dar-se-á através de registro e observação do grupo.


5. Linguagem Oral e Escrita

5.1. Conteúdos

Conceitos, Fatos e Princípios

Linguagem oral
Diálogo
Argumentação

Linguagem escrita
Escrita como representação da fala
Organização na escrita do nome
Reescrita a partir de suas hipóteses
Produção e interpretação de pequenos textos
Função social da escrita

Procedimentos

Usar a linguagem oral para conversar, brincar, comunicar-se, relatar suas vivências em situações de interação presentes no cotidiano e expor seu ponto de vista;
Conhecer e produzir pequenos textos, oralmente;
Ouvir histórias;
Usar o diálogo para resolver conflitos;
Participar da elaboração das regras do grupo;
Ouvir com atenção;
Pronunciar as palavras com clareza;
Reconhecer o nome;
Usar a linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e relatar suas vivências em situações cotidianas;
Conhecer e reproduzir oralmente jogos verbais, como parlendas, adivinhas, poemas e canções;
Ouvir, comentar, reconhecer e recontar histórias;
Defender seu ponto de vista respeitando os demais;
Usar corretamente a língua;
Preparar a fala para uma exposição oral;
Participar em situações cotidianas nas quais se faz uso da escrita;
Saber escrever o próprio nome;
Reconhecer as letras do alfabeto;
Conhecer os diferentes gêneros de textos que circulam no dia-a-dia;
Levantar hipóteses sobre o tema a partir do título;
Selecionar material para ler;
Compreender o funcionamento comunicativo da escrita (escrever para ser lido);
Produzir textos mesmo que não convencionalmente;
Interessar-se por escrever palavras e textos ainda que não de forma convencional;
Interpretar, reescrever e produzir pequenos textos;
Recontar histórias conhecidas com aproximação às características da história original no que se refere à descrição de personagens;
Explorar diferentes tipos de textos;
Interpretar, reescrever e produzir pequenos textos;

Atitudes, Normas e Valores

Percepção e reconhecimento da função social da comunicação;
Respeito diante das colocações de outras pessoas tanto no que se refere às idéias quanto ao modo de falar;
Enriquecimento do vocabulário;
Preocupação em ser entendido e entender os outros;
Reconhecimento do próprio nome.
Escrita atenta;
Facilidade de expressão;
Clareza de dicção;
Compreensão dos diferentes tipos de texto: ordens, avisos, comunicações e instruções;
Preocupação em ser entendido e entender os outros;
Valorizar a leitura;
Valorização da escrita como forma de registro;
Manuseio, com cuidado, de livros e materiais escritos;
Gosto pela leitura.
Interesse por ler e ouvir a leitura;
Zelo com os livros e materiais;
Respeito pela produção própria e alheia;
Curiosidade e interesse pela escrita;
Exigência de qualidade em suas próprias produções de texto;
Interesse por escrever;
Reconhecimento da função social da escrita;
Valorização da leitura como fonte de prazer e entretenimento;
Não ter medo de colocar suas hipóteses e suposições;
Participação em situações que as crianças leiam, ainda que não o façam de maneira convencional.

Atividades

- Uso diversificado de vários estilos de textos: Fábulas; Músicas; Parlendas; Texto informativo; Rótulos; Propagandas; Poesias; Receitas; Trava-línguas;
- Roda de conversa;
- Forca;
- Dramatização;
- Conto e reconto de histórias;
- Leitura do nome;
- Jogos com nome;
- Memória;
- Dominó.
Crachá;
- Leitura de Histórias;
- Caça-palavras;
- Cantinho da leitura;
- Palavras-cruzadas;
- Bingo de letras e palavras;
- Alfabeto Móvel;
- Quebra-cabeça.
- Recontos de histórias feitas pelos alunos e professora;
- Transmissão de recados;
- Leitura de textos diversos;
- Mímica e gestos;
- Leitura do nome;
- Produção de pequenos textos;
- Palavra cruzada;
- Texto com lacunas para completar;
- Conversas informais e formais (recados, convites, bilhetes, informações);
- Entrevistas;
- Pesquisas;
- Atividade de escrita de diferentes textos;
- Jogos de escrita;
Faz-de-conta (mercadinho, cantinhos, receitas, etc.).




5.2. Ações de Enriquecimento Curricular

Participação na roda de conversa, onde permite que as crianças aprendam a olhar e a ouvir os amigos, trocando experiências;
Proporcionar a hora do conto com leitura compartilhada feito pela professora e pelos alunos;
Criar um clima de segurança, respeito e afeto;
Propor jogos onde se nomeiam letras;
Criar situações em que seja necessário a escrita do nome;
Escutar a criança, dar atenção ao que fala, atribuir sentido, reconhecendo que quer dizer algo;
Dar significado a fala da criança;
Ajudar as crianças a explicitarem , para si e para os demais, as relações e associações contidas em suas falas;
Desenvolver a escrita com produções de textos, reescritas de textos individuais, grupais e coletivas e que tenham significados ( poesias, parlendas, músicas, etc.);
Propor a participação das crianças em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da oralidade e da escrita (bilhetes, cartazes, convites, etc.).
Utilizar diferentes textos como os que circulam na vida real;
Trabalhar a leitura de muitas maneiras: em grupos, individualmente, em voz alta, silenciosamente, etc;
Propor e elaborar projetos de escrita, como por exemplo, um jornal ou um mural, livros de adivinhas, de instruções de jogos e receitas;
Estimular os alunos a escreverem textos, vivendo situações de comunicação real, com objetivos definidos;
Propor que os alunos reescrevam textos coletivamente e individualmente, a partir de conversas sobre a estrutura, completando idéias, reorganizando-as, modificando palavras, cortando repetições e conectivos próprios da fala oral.

5.3. Procedimentos de Avaliação

A avaliação será contínua durante o processo de aprendizagem e dar-se-á através de registro e observação do grupo.


6. Natureza e Sociedade

Com base nos dados levantados na avaliação diagnóstica, no início do ano letivo, priorizaremos os seguintes objetivos: que as crianças estabeleçam relações entre o modo de vida característica de seu grupo social e de outros grupos; que estabeleçam algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade da vida humana, que se interessem e demonstrem curiosidade pelo mundo social e natural, questionando, propondo soluções, formulando perguntas e confrontando idéias.


6.1. Conteúdos

Conceitos, Fatos e Princípios

Esquema corporal
Órgão dos sentidos
Os lugares e as paisagens
Meio Ambiente
Fenômenos da Natureza
Meio de comunicação
Meio de transporte
Tipos de moradia
Modo de ser, viver e trabalhar
Saúde
Plantas
Seres vivos

Procedimentos

Ter conhecimento do próprio corpo por meio de uso e da exploração de suas habilidades físicas, motoras e perceptivas;
Utilizar os diversos órgãos dos sentidos e membros do corpo;
Construir conhecimentos através do contato com a natureza;
Perceber que as idéias físicas e naturais não dependem da vontade do homem;
Perceber, compreender e utilizar os elementos que compõem o lugar em que vive;
Reconhecer as modificações feitas pelo homem;
Perceber os cuidados necessários à preservação da vida e do ambiente;
Utilizar normas de higiene para prevenir doenças;
Valorizar atitudes relacionadas à saúde a ao bem estar individual e coletivo;
Estabelecer relações entre os fenômenos da natureza de diferentes regiões (relevo, rios, chuvas, secas, etc.);
Participar de diferentes atividades envolvendo a observação e a pesquisa;
Conhecer as diferentes fontes de informações e meio de transportes através de visitas e registros;
Reconhecer relações de mudanças e permanência dos costumes;
Pesquisar e conhecer os diferentes meios de comunicação da sociedade;
Utilizar normas de higiene para prevenir doenças;
Conhecer a importância de uma boa alimentação para a saúde;
Observar e conhecer os diferentes tipos de plantas;
Identificar os seres vivos;
Conhecer os modos de ser , viver e trabalhar de alguns grupos sociais.

Atitudes, Normas e Valores

Respeito e cuidado com o próprio corpo;
Conhecimento do nome de cada parte do corpo, seu uso e utilidade;
Interesse espontâneo em relação a natureza;
Utilização dos conhecimentos obtidos em contato com a natureza;
Observação da paisagem local;
Conservação do meio ambiente e dos espaços individuais e coletivos;
Conscientização sobre a importância de manter seu quintal limpo evitando jogar lixo que poderá juntar larvas do mosquito da dengue;
Observação e compreensão dos fenômenos naturais;
Valorização dos recursos naturais;
Valorização e atitude crítica em relação aos recursos tecnológicos;
Respeito aos diferentes modos de vida de diferentes grupos sociais;
Valorização do patrimônio social, cultural e natural do seu grupo social e interesse por conhecer diferentes formas de expressão cultural;
Valorização evitando atitudes de desrespeito ao meio ambiente e seres vivos;
Leitura e interpretação de registros (livros, desenhos, fotografias, etc.);
Formulação de conclusões e explicações sobre o tema em questão;
Identificação de alguns papéis sociais;
Valorização de atitudes relacionadas à saúde e ao bem estar individual e coletivo.

Atividades

Roda de perguntas;
Espelho;
Quadrinhas;
Recorte e colagem;
Interferência;
Pintura;
Histórias;
Pesquisas;
Experiências;
Cartazes informativos ( uso e confecção);
Atividades em grupo e individuais;
Leitura, escrita, desenho e coletas de dados;
Busca e divulgação sobre a Dengue;
Brincadeiras;
Música;
Filmes;
Passeios;
Conversas;
Jogos;
Atividade de observação.

6.2. Ações de Enriquecimento Curricular

Formular perguntas para o desenvolvimento dos conteúdos;
Proporcionar brincadeiras, canções para reflexão do seu próprio corpo;
Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios;
Dar espaços para as crianças perguntarem e se possível faze-la descobrir através de pesquisas e experiências a resposta;
Selecionar textos sobre assuntos diversos da área para trabalhar com os alunos;
Oferecer oportunidades para que as crianças possam expor o que sabem sobre a natureza;
Elaborar projetos, pesquisas e situações de observação e reflexão sobre o meio em que vivemos;
Proporcionar atividades que envolvam a observação, a troca de idéias entre as crianças e a pesquisa;
Propiciar o acesso das crianças aos conteúdos inserindo-os nas atividades e no cotidiano da instituição escolar (telefone, computador, quadro de avisos, jornal, meios de transporte dos professores e funcionários, tipos de moradia em volta da escola, etc.);
Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios;
Permitir que a criança construa suas hipóteses e confronte-as com o real para refletir sobre os conteúdos;
Promover passeios para observação da diversidade de seres vivos;
Eleger temas que possibilitem o conhecimento de hábitos e costumes socioculturais diversos.

6.3. Procedimentos de Avaliação

A avaliação será contínua durante o processo de aprendizagem e dar-se-á através de registro e observação do grupo.

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7. Matemática

Com base nos dados levantados na avaliação diagnóstica, no início do ano letivo, priorizaremos os seguintes objetivos: que as crianças reconheçam e valorizem os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano social; que desenvolvam a capacidade de analisar, relacionar, comparar, classificar, ordenar, criar, generalizar, avaliar, observar e explorar o ambiente que a cerca; que sejam cidadãos autônomos, capazes de pensar e tomar decisões; que sejam capazes de comunicar idéias matemáticas, hipóteses e soluções de situações problema utilizando a linguagem oral e a linguagem matemática.

7.1. Conteúdos

Conceitos, Fatos e Princípios

Escrita numérica
Seqüência numérica
Número e quantidade
Seriação
Simbolização
Espaço e forma
Grandezas e medidas
Classificação e ordenação
Situação-problema
Cálculo mental

Procedimentos

Associar símbolos às quantidades correspondentes;
Agrupar de diferentes maneiras uma mesma quantidade;
Seriar diferentes materiais;
Verbalizar numa série dada, o primeiro, o último, o que vem depois, o que vem antes;
Fazer comparações entre números e quantidades;
Ler, escrever, comparar e ordenar números;
Participar de brincadeiras e jogos onde se faz uso da contagem;
Manipular os elementos do seu ambiente;
Classificar elementos segundo diferentes critérios, como cor , forma, tamanho, etc.
Relacionar tamanhos, formas e medidas;
Resolver situações-problemas;
Observar formas geométricas;
Verbalizar em diferentes situações a seqüência numérica;
Separar e generalizar materiais diversos;
Colecionar materiais de acordo o interesse do grupo;
Analisar e avaliar as suas conquistas;
Seriar, comparar e verbalizar números e quantidades;
Saber tomar decisões a partir dos desafios da rotina diária;
Utilização de noções simples de cálculo mental como ferramenta para resolver problemas e operações;
Comparar as distâncias, medidas e tamanho;
Identificação de números nos diferentes contextos em que se encontram;
Registrar números em diferentes situações;
Manusear cédulas xerocadas em brincadeiras de faz-de-conta;
Ter confiança em suas próprias estratégias;
Comparar receitas (culinária, tintas, etc.);
Comparação de escritas numéricas.

Atitudes, Normas e Valores

Observação e conhecimento dos números existentes no ambiente que nos cerca;
Capacidade de identificar e comparar quantidades e números;
Valorização de trocas de experiências a partir de situações reais;
Desenvolvimento de capacidade de relacionar, comparar, classificar e ordenar números;
Desenvolvimento da notação numérica;
Observação do espaço em que vive;
Curiosidade;
Observação e uso dos números em seus diferentes contextos;
Segurança na resolução e formulação de hipóteses em desafios;
Identificação de diferentes materiais sobre o mesmo assunto;
Descrição e representação de pequenos percursos e trajetos;
Compreensão e uso de diferentes instrumentos de medida;
Uso da linguagem matemática;
Exploração e identificação de propriedades geométricas;
Resolução de problemas elaborados pelos alunos e pelos professores;
Análise e avaliação de suas conquistas.

Atividades

Observar números que fazem parte de sua vida ( sapato, roupa, casa, etc.);
Bingo e ditado de números;
Trabalho com sequência numérica através de réguas, fitas métricas, trenas, quadro numérico, calendário;
Músicas;
Histórias (valorizando a seqüência dos fatos);
Jornais de mercado;
Jogos de encaixe;
Jogos numéricos;
Uso do calendário;
Pesquisa;
Jogos de Faz-de-conta;
Histórias;
Exploração de numerais em diferentes materiais;
Músicas;
Registro de jogos (posição, pontuação);
Listas;
Modelagem;
Recorte e colagem;
Observar e explorar o ambiente que o cerca;
Manipular os elementos do seu ambiente;
Classificar materiais manipulando e levando em consideração seus atributos;
Brincar com rótulos e embalagens em diversas situações;
Jogos de contagem;
Situações problema envolvendo o cotidiano escolar.
Ditado de números;
Bingo;
Manipular e utilizar blocos e figuras geométricos;
Jogos variados;
Participar do feitiu e registro de receitas.


7.2. Ações de Enriquecimento Curricular

Fazer uso do calendário durante todo o ano letivo;
Despertar a criança para a presença dos números em diferentes contextos;
Propor, no cotidiano, situações problemas envolvendo representações numéricas, em jogos, em atividades onde é necessário dividir a turma ou materiais, votações, chamada, etc.;
Questionar as crianças para que reflitam e formulem hipóteses;
Propor dramatizações de situações-problema;
Realizar trabalhos com formas geométricas por meio de observação do ambiente, de obras de arte e artesanato;
Utilização dos números durante as atividades seqüenciadas;
Fazer uso de contagem através da tabela numérica;
Propor momentos com oficinas de jogos;
Dar oportunidade aos alunos de observar tudo que os rodeia, comparando, analisando, classificando, ordenando, contando, medindo, etc.
Organizar atividades diversas, como jogos, brinquedos, modelagem, manuseio de diferentes materiais, onde as crianças vão adquirindo os conhecimentos matemáticos.
Propor situações em que as crianças coloquem em prova os conhecimentos construídos durante o ano;
Aproveitar situações reais para propor novos desafios;
Elaborar situações didáticas para que todos possam aprender e progredir em suas aprendizagens.


7.3. Procedimentos de Avaliação

A avaliação será contínua durante o processo de aprendizagem e dar-se-á através de registro e observação do grupo.

Planejamento de Curso para a Alfabetização - 1º ano


  • Este Plano de Curso anual para a Alfabetização foi feito pela Coordenadora Pedagógica Cíntia Maria, junto às professoras da Escola onde trabalha e liberado para publicação no Espaço Educar. Não é algo fechado, você pode fazer as modificações que julgar necessárias, adequando-o à realidade de sua escola ou ao Método de Alfabetização utilizado.

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